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Ao se falar nessa delicada relação, os pais e filhos se sentem nem sempre a vontade, pois sempre tem algo em que há discussões e brigas. O dilema é que normalmente pais e filhos tem opiniões contrarias, pois o que é bom para os pais é chato para os filhos, e o que é bom para os filhos é arriscado para os pais.
Psicólogos aconselham que o melhor meio para se chegar a um acordo nessa relação é a conversa, o duro é que a conversa dá em briga, e se tem briga não há acordo. Diante disso, o que se tem a fazer é esperar com que os pais se rendam aos filhos para que os filhos possam entender aos pais. O que normalmente demora para acontecer e muita das vezes nunca acontece, e, se acontece, o filho já é independente e nem em casa mora mais pra se ter tão sonhado convívio perfeito entre pais e filhos.
O importante é que essa relação equilibrada aconteça para fortalecer ainda mais os laços afetivos, mesmo que tarde, como diz o provérbio popular “antes tarde do que nunca”.
